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	<title>Diário LBR &#187; Comércio Exterior</title>
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		<title>As flores do mal</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 06:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David, David</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados Oficiais]]></category>
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		<description><![CDATA[Hisashiburi ne? A imprensa da Low Budget Republic retorna finalmente após um longo período de inatividade. A República atravessou alguns meses sob estado de exceção, provocado pelo conflito armado com a Floricultura Illuminati. Ciente de que o inimigo faria uso das informações veiculadas pelo Diário para obter vantagens táticas, nossa redação respeitou a recomendação oficial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hisashiburi ne?</p>
<p>A imprensa da Low Budget Republic retorna finalmente após um longo período de inatividade. A República atravessou alguns meses sob estado de exceção, provocado pelo conflito armado com a Floricultura Illuminati. Ciente de que o inimigo faria uso das informações veiculadas pelo Diário para obter vantagens táticas, nossa redação respeitou a recomendação oficial de que se cessasse qualquer atividade de imprensa no país. Findo o conflito, divulgamos em primeira mão os detalhes da guerra.</p>
<h3>A Floricultura Illuminati</h3>
<p>É notável ao longo da história da humanidade a interminável sucessão de grupos em posições de poder sobre as civilizações. Impérios nasceram, reinos desapareceram, e a implacável memória da História ignorou a glória de muitos. Poucos grupos, porém, sobreviveram ao passar das eras com tamanha influência quanto os floricultores.</p>
<p>No antigo Egito, produtores da flor de lótus exerciam grande influência sobre o clero da civilização do Nilo, graças à importância da flor no culto da deusa Ísis. Algumas fontes chegam a afirmar que muitos Faraós alcançaram e perderam a<a title="Pschent" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pschent"> coroa dupla do Nilo</a> graças à oligarquia da lótus<sup>[<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ancient_Egypt">citation needed</a>]</sup>. Já no século XV a Inglaterra atravessou um conturbado período de violência que ficou conhecido como Guerras das Rosas, no qual diversos clãs de floricultores disputaram o trono inglês. No século XVII, os Países Baixos viram sua economia entrar em colapso graças às maquinações de seus floricultores, manipulando o mercado financeiro com suas tulipas malignas. Sim, caro leitor, não se surpreenda ao descobrir que os floricultores inventaram a bolha especulativa.</p>
<p>No mundo atual, diversos grupos floricultores controlam diferentes porções do planeta. O Japão é dominado pelos <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Keiretsu">keiretsus</a> do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ikebana">Ikebana</a>; a Ásia Central sobrevive a uma guerra ao terror graças ao comércio da flor de papoula, em uma situação análoga à influência das rosas colombianas na América Latina. Floricultores europeus introduziram as datas comemorativas no calendário ocidental, e as grandes corporações florais dos EUA ampliaram sua influência adquirindo largas fatias da indústria do chocolate.</p>
<p>As informações a respeito são nebulosas, mas sabe-se que em algum momento do séc. XX os grandes floricultores do planeta se uniram para formar A Floricultura Illuminati, um grupo secreto capaz de manipular os mais altos escalões de poder na Terra. Sob o motto &#8220;Um bouquet para todos governar&#8221;, A Floricultura se lançou em uma sangrenta empreitada de dominação mundial.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://ideatomik.net/diariolbr/files/2010/03/R12.jpg"><img class="size-medium wp-image-208" title="in hoc signo vinces" src="http://ideatomik.net/diariolbr/files/2010/03/R12-300x256.jpg" alt="" width="300" height="256" align="center" /></a></p>
<h4 style="text-align: center">Contemple o símbolo máximo do poder.</h4>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_de_finados">Feriados</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_das_m%C3%A3es">datas comemorativas</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Internacional_da_Mulher">dias diversos</a> e até <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Natal">datas</a> <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Valentine%27s">explicitamente</a> <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_dos_namorados">comerciais</a> foram criadas pela mão invisível da Floricultura Illuminati. Nações em todos os continentes se dobraram ao poder dos vis mercadores de flores, que  conseguiram instalar uma floricultura em praticamente todos os países do planeta após terríveis massacres. Um país, porém, ousou se levantar contra o império secreto: A Low Budget Republic.</p>
<h4 style="text-align: center"><a href="http://ideatomik.net/diariolbr/files/2010/03/tuvalu.jpg"><img class="size-medium wp-image-213" title="A misteriosa economia de Tuvalu" src="http://ideatomik.net/diariolbr/files/2010/03/tuvalu-300x180.jpg" alt="A misteriosa economia de Tuvalu" width="300" height="180" /></a></h4>
<h4 style="text-align: center">Especula-se que o arquipélago de Tuvalu também não abrigue nenhuma floricultura.</h4>
<h3><strong>A resistência</strong></h3>
<p>No natal de 2009, o Chanceler David recusou a oferta formal de uma guirlanda natalina para adornar o pórtico de entrada do país. Mesmo após a justificativa de que a República é um Estado laico e que costumes cristãos não são bem recebidos pela população local, A Floricultura ameaçou a Low Budget Republic com pesados embargos comerciais e a exigência da instalação de uma floricultura no país. Irresoluto, o Chanceler manteve sua recusa, que foi prontamente correspondida por um bloqueio ao comércio de chocolate em pó à República. Imediatamente, David acionou as redes comerciais paralelas de contrabandistas brasileiros que logo reabasteceram as reservas nacionais de Toddy. Em seguida, em uma demonstração da verdadeira astúcia de um estadista aliada ao brilhantismo estratégico dos gênios militares, o Chanceler David assinou acordos de desenvolvimento de pesticidas orgânicos com diversos países da Polinésia, históricos opositores da Floricultura.</p>
<p>Logo após o ano novo chega à República um pacote originário de Samoa contendo a arma que garantiu a superioridade da LBR no teatro de guerra:</p>
<h4 style="text-align: center"><a href="http://ideatomik.net/diariolbr/files/2010/03/4084.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-229" title="Pulgões de Samoa" src="http://ideatomik.net/diariolbr/files/2010/03/4084-300x195.jpg" alt="" width="300" height="195" /></a></h4>
<h4 style="text-align: center">O uso bélico de insetos não é proibido pelo Protocolo de Genebra</h4>
<h3><strong>Vitória</strong></h3>
<p>O Chanceler David decretou estado de exceção no dia 16 de janeiro, bem a tempo de impedir que uma nota do Diário sobre os pulgões de Samoa fosse publicada. Antes mesmo que A Floricultura tomasse conhecimento do contrabando de Toddy, a LBR realizou os primeiros ataques utilizando os insetos polinésios contra a operação brasileira do grupo. A Floricultura Illuminati, desorientada pelas pesadas perdas inflingidas pela ameaça até então desconhecida, tardou em mobilizar um contra-ataque. Percebendo a hesitação, o Chanceler cercou a cidade de Holambra, centro do poder da Floricultura no continente, com colônias de pulgões de Samoa. Incapazes de salvar a fonte de seu poder satânico, o grupo içou imediatamente a bandeira branca, clamando o direito de negociar os termos de sua rendição.</p>
<h4 style="text-align: center"><a href="http://ideatomik.net/diariolbr/files/2010/03/100_01461.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-234" title="Tomem essa!" src="http://ideatomik.net/diariolbr/files/2010/03/100_01461-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></h4>
<h4 style="text-align: center">Xeque mate.</h4>
<h3><strong>Final Feliz</strong></h3>
<p>Livres da influência oculta da Floricultura, a população da LBR pode finalmente atravessar um oito de março sem presentar flores.</p>
<p>Mais notícias sobre conflitos absurdos da República a qualquer momento, no Diário LBR.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fideatomik.net%2Fdiariolbr%2F2010%2F03%2F10%2Fles-fleurs-du-mal%2F&amp;title=As%20flores%20do%20mal" id="wpa2a_2"><img src="http://ideatomik.net/diariolbr/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>A volta do disquete</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 19:39:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David, David</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério das Tendências da Low Budget Republic anunciou nesta sexta-feira o plano para ressuscitar os antigos discos floppy. Em discurso dirigido ao Senado da República, o Ministro das Tendências, David, disse que a LBR pode dar um salto histórico em sua capacidade de gerar hypes com o plano disquete. &#8220;Graças às novas mídias digitais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério das Tendências da Low Budget Republic anunciou nesta sexta-feira o plano para ressuscitar os antigos discos floppy. Em discurso dirigido ao Senado da República, o Ministro das Tendências, David, disse que a LBR pode dar um salto histórico em sua capacidade de gerar hypes com o plano disquete.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://ideatomik.net/diariolbr/files/2009/10/floppy.jpg"><img class="size-full wp-image-196  aligncenter" src="http://ideatomik.net/diariolbr/files/2009/10/floppy.jpg" alt="floppy" width="300" height="200" /></a></p>
<p>&#8220;Graças às novas mídias digitais e à coesão alcançada pela LBR na internet nos últimos anos, nosso país conta com a capacidade de lançar hypes equivalente à dos grandes players mundiais do setor, como os usuários do Twitter e Lucio Ribeiro. É um momento único, e nossas reservas nacionais de disquetes nos colocam na melhor posição estratégica. Assistiremos ao ressurgimento da indústria nacional das mídias magnéticas, e triunfaremos sobre um mercado há muito desprezado pelas grandes potências.  Em poucos meses nossa ação poderá fazer com que trabalhos acadêmicos sejam entregues em vias impressas e disquetes, e músicas MIDI sejam trocadas em disquetes coloridos pelos artistas de vanguarda.&#8221;</p>
<p>No fim do discurso, o Ministro das Tendências foi surpreendido pela chegada do Chanceler David no Senado. Após embaroçosos segundos, nos quais o ministro saiu do recinto evitando contato visual com o Chanceler, este indagou aos presentes: &#8220;Quem inventou esse ministério?&#8221;</p>
<p>A equipe do Diário ainda não conseguiu apurar as origens do Ministério das Tendências. Mais notícias sobre disquetes e ralos orçamentários a qualquer momento, no Diário LBR.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fideatomik.net%2Fdiariolbr%2F2009%2F10%2F30%2Fa-volta-do-disquete%2F&amp;title=A%20volta%20do%20disquete" id="wpa2a_4"><img src="http://ideatomik.net/diariolbr/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>They&#8217;ve got an awful lot of coffee in Brazil</title>
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		<pubDate>Sun, 17 May 2009 20:35:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David, David</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados Oficiais]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma semana antes de o Senado da República aprovar as novas leis da física, estabelecendo entre outras mudanças o café da manhã do Chanceler David como padrão temporal global (Sempre às 8h da manhã, não importa o horário declarado pelos países vizinhos), a chegada do primeiro cidadão nascido na República, P.H., fez os cientistas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma semana antes de o Senado da República aprovar as novas leis da física, estabelecendo entre outras mudanças o café da manhã do Chanceler David como padrão temporal global (Sempre às 8h da manhã, não importa o horário declarado pelos países vizinhos), a chegada do primeiro cidadão nascido na República, P.H., fez os cientistas e legisladores do país reverem a mudança.</p>
<p>P.H., entrando em sua segunda semana de vida, liderou há alguns dias um golpe contra o horário convencional da República, mantendo todos no país acordados durante a madrugada. Com apoio massivo da população de imigrantes, P.H. conseguiu tornar irrelevantes os esforços das forças do governo em reestabelecer a normalidade no território. Fiel à constituição da República, o governo, representativo, moveu esforços então para se adaptar à nova conjuntura temporal do país. Em tempo recorde, acordos comerciais com fornecedores brasileiros foram feitos em um esforço para que P.H. e seus partidários enfrentem as longas madrugadas mais facilmente com milhares de toneladas cúbicas de café. Em troca, a facção comprometeu-se a não envolver o Chanceler ou o governo nas operações de troca de fralda. Já o Senado prometeu apresentar um novo pacote de leis da física em julho.</p>
<p>Mais informações sobre recém nascidos ou políticas temporais a qualquer momento, no Diário LBR.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=HTSPdaHeVVA"><br />
</a></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fideatomik.net%2Fdiariolbr%2F2009%2F05%2F17%2Ftheyve-got-an-awful-lot-of-coffee-in-brazil%2F&amp;title=They%26%238217%3Bve%20got%20an%20awful%20lot%20of%20coffee%20in%20Brazil" id="wpa2a_6"><img src="http://ideatomik.net/diariolbr/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>A LBR e a Rodada Doha</title>
		<link>http://ideatomik.net/diariolbr/2008/08/21/a-lbr-e-a-rodada-doha/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2008 00:39:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David, David</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados Oficiais]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Exteriores]]></category>

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		<description><![CDATA[Acompanhe a verdadeira história do fracasso das negociações Na primeira semana de julho de 2008, o Chanceler David se aproximou de representantes da Índia e da China com uma proposta ambiciosa: vender o Brasil. O argumento era simples: Com nossas tropas e armas de destruição em massa (ambientalmente corretas) posicionadas no coração do país, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Acompanhe a verdadeira história do fracasso das negociações</h3>
<p style="text-align:center"><img class="size-medium wp-image-104 aligncenter" src="http://diariolbr.files.wordpress.com/2008/08/trade-shows.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></p>
<p>Na primeira semana de julho de 2008, o Chanceler David se aproximou de representantes da Índia e da China com uma proposta ambiciosa: vender o Brasil. O argumento era simples: Com nossas tropas e armas de destruição em massa (<a title="Armas de destruição em massa mbientalmente corretas" href="http://diariolbr.wordpress.com/2008/06/04/armas-de-destruicao-em-massa-ambientalmente-corretas/">ambientalmente corretas</a>) posicionadas no coração do país, o Brasil não teria a menor chance de resistir à conquista. Executada a manobra conquistadora, os espólios seriam encaminhados ao autor do maior lance. Mais do que convencidos da potência bélica de nossa nação de baixo orçamento, indianos e chineses puseram-se a discutir os valores envolvidos.</p>
<p>Eventualmente, a Índia lançou o maior lance. China então se excusou das negociações por conta de seus planos de expansão da economia socialista de mercado através do continente africano. O Chanceler oferceu um desconto pelo Paraguai, e os orientais prometeram pensar bem na proposta.</p>
<p>Considerando os gastos necessários para gerir o Brasil, e também os obstáculos ao pleno-lucro na américa do sul, indianos recorreram à rodada Doha para tentar garantir seu investimento. Infelizmente, devido ao vazamento de informações sobre o acordo de venda da LBR no <a href="http://twitter.com/lbrlive">Twitter</a>, as negociações foram duramente prejudicadas, e a Índia não conseguiu lastro suficiente para sua oferta de compra. Há boatos também de que o Brasil ensaia agora uma aliança sul-americana para deter qualquer avanço expansionista da LBR &#8211; o que se sabe, é claro, ser um vão esforço.</p>
<p>Embora a venda não tenha sido concretizada, a Low Budget Republic mantém seu arsenal pronto 24/7 para a conquista do território brasileiro (e também para a eliminação de porções étnicas da preferência do comprador). Para maiores informações a respeito de aquisições territoriais e auxílio bélico, contatar o Ministério da Guerra da Low Budget Republic através do email <a href="mailto:comercial@mdg.gov.lb">comercial@mdg.gov.lb</a></p>
<p>Os lances pelo Brasil começam em 10 caixas de Westvleteren 12.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fideatomik.net%2Fdiariolbr%2F2008%2F08%2F21%2Fa-lbr-e-a-rodada-doha%2F&amp;title=A%20LBR%20e%20a%20Rodada%20Doha" id="wpa2a_8"><img src="http://ideatomik.net/diariolbr/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Se uma guerra nuclear aniquilasse a humanidade, a Terra seria povoada por baratas e Chuck Taylor&#8217;s</title>
		<link>http://ideatomik.net/diariolbr/2008/03/27/se-uma-guerra-nuclear-aniquilasse-a-humanidade-a-terra-seria-povoada-por-baratas-e-chuck-taylors/</link>
		<comments>http://ideatomik.net/diariolbr/2008/03/27/se-uma-guerra-nuclear-aniquilasse-a-humanidade-a-terra-seria-povoada-por-baratas-e-chuck-taylors/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 06:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David, David</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>

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		<description><![CDATA[Certo, eu deveria escrever esse post ano que vem, porque em 2009 o design completa 50 anos, mas provavelmente não vou lembrar. Sim, esse é o mesmo design lançado por Chuck Taylor em 1949, inalterado até hoje. A única novidade foram as cores novas. Resumindo a história do tênis em três parágrafos: Uma pequena fabricante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:center"><img src="http://chucksconnection.com/chucktalkimages/black297.jpg" alt="This is not a sneacker." height="300" vspace="5" width="414" /></div>
<p>Certo, eu deveria escrever esse post ano que vem, porque em 2009 o design completa 50 anos, mas provavelmente não vou lembrar. Sim, esse é o mesmo design lançado por Chuck Taylor em 1949, inalterado até hoje. A única novidade foram as cores novas.</p>
<p>Resumindo a história do tênis em três parágrafos: Uma pequena fabricante de calçados de Massachusetts produzia esses calçados chamados All Star pro recém-descoberto esporte, o basquete*, no início do século XX (1917, pra ser mais preciso). Em 1921 um jogador de basquete chamado Chuck Taylor conseguiu um par de tênis novos grátis da companhia depois de prometer que promoveria o produto. Ele realmente fez isso, com bastante sucesso. Depois de algum esforço por parte do senhor Taylor todos os times de basquete usavam All Star, e a mulecada do bairro também adorava o charmoso calçado todo preto de lona e borracha. Como gratificação a Converse presenteou Chuck Taylor  com um par de tênis novos e permitiu que ele assinasse seu nome no círculo branco com a estrelinha no tornozelo do calçado.</p>
<p>Em 1930 Chuck desenhou o modelo branco (o de lona, não aquele de couro que todo emo batuta tem) para ser usado nas Olimpíadas de 1936. É de fato um modelo bem patriótico, até as faixas no solado tem as cores da bandeira dos EUA. Na mesma época a Adidas lançou uma linha de calçados com suásticas que se tornou bastante popular entre a juventude nazista, mas jamais ganhou o mundo. Mais tarde, durante a guerra, Chuck Taylor se tornou capitão da Força Aérea Americana e fez todos os recrutas do país usarem um par de All Star durante seus exercícios, promovendo o calçado e bolhas nos pés das forças armadas.</p>
<p>Após a guerra, em 1949, Chuck lançou o modelo clássico defintivo, com o solado de borracha branco e a lona preta. Em 2005 eu comprei esse mesmo modelo e desde então não parei de usar esses calçados supimpas. Um design de calçado que dura 50 anos só pode ter algum poder místico sustentando tamanha longevidade, e aposto que consigo extender minha expectativa de vida usando sempre um par de All Stars.</p>
<p>Em 1966 a Converse dominava 80% do mercado dos tênis nos EUA &#8211; em comparação, o máximo que a Nike conseguiu foram 50% do mercado em 1980. A teoria mística do All Star ganha mais um ponto pelo domínio massivo do mercado (mas isso só porque a China estava ocupada demais na época matando gente alfabetizada pra ter tempo de se especializar na arte de fabricar o mundo)  . Ironicamente, em 2003 a Nike comprou a Converse, que tinha ido à falência. As fábricas saíram dos EUA e foram para a Ásia (embora a etiqueta dos meus All Star diz que eles foram feitos por aqui mesmo). Há agora uma porrada de modelos novos, desde o sem graça cano baixo até o exótico All Star de pele de hiena e solado de látex reciclado de preservativos.</p>
<p>De qualquer maneira, o Chuck Taylor&#8217;s All Star clássico continua, ehm, um clássico, e é hoje um dos grandes tesouros da Low Budget Republic.</p>
<h5>*De acordo com a Wikipedia, foi Cristóvão Colombo quem descobriu o basquete, em 1902. Ele batizou o esporte de &#8220;bola ao cesto&#8221;.</h5>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fideatomik.net%2Fdiariolbr%2F2008%2F03%2F27%2Fse-uma-guerra-nuclear-aniquilasse-a-humanidade-a-terra-seria-povoada-por-baratas-e-chuck-taylors%2F&amp;title=Se%20uma%20guerra%20nuclear%20aniquilasse%20a%20humanidade%2C%20a%20Terra%20seria%20povoada%20por%20baratas%20e%20Chuck%20Taylor%26%238217%3Bs" id="wpa2a_10"><img src="http://ideatomik.net/diariolbr/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Ladrões levam retrato de amante de Picasso do MASP</title>
		<link>http://ideatomik.net/diariolbr/2007/12/20/ladroes-levam-retrato-do-amante-de-picasso-do-masp/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 15:14:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David, David</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicados Oficiais]]></category>

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		<description><![CDATA[Retrato de Suzanne Bloch, remixado pelo chanceler David Três ladrões invadiram na madrugada dessa quinta-feira o MASP (Museu de Arte de São Paulo), e levaram em menos de três minutos um montante em obras avaliado até o momento em mais de 100 milhões de reais dólares. Dentre as obras roubadas encontra-se o Retrato de Suzanne [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center"><img src="http://img515.imageshack.us/img515/1650/323rm0.jpg" alt="Pimp my Picasso!" width="250" height="326" /></div>
<h4 style="text-align: center"></h4>
<h4 style="text-align: center"><em>Retrato de Suzanne Bloch, remixado pelo chanceler David</em></h4>
<p>Três ladrões invadiram na madrugada dessa quinta-feira o MASP (Museu de Arte de São Paulo), e levaram em menos de três minutos um montante em obras avaliado até o momento em mais de 100 milhões de<span style="text-decoration: line-through"> reais</span> dólares. Dentre as obras roubadas  encontra-se o Retrato de Suzanne Bloch, do pintor espanhol Pablo Picasso. O artista pintou o retrato após um tórrido affair com Jean Jospin &#8211; vulgo Suzanne Bloch, um travesti da periferia de Paris &#8211; durante o verão de 1904.</p>
<p>Recentemente, o MALBR (Museu de Arte da Low Budget Republic) adquiriu uma reprodução do retrato, que foi remixada pelo próprio chanceler David. A LBR lamenta o roubo das obras de arte do MASP, e ofereceu ao museu paulistano sua reprodução remixada do retrato de Suzanne Bloch para substituir a peça original até que esta seja recuperada. O ministro da educação e cultura da LBR, David, disse que a curadoria do MASP ainda não decidiu se aceita ou não a oferta.</p>
<p>DR</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fideatomik.net%2Fdiariolbr%2F2007%2F12%2F20%2Fladroes-levam-retrato-do-amante-de-picasso-do-masp%2F&amp;title=Ladr%C3%B5es%20levam%20retrato%20de%20amante%20de%20Picasso%20do%20MASP" id="wpa2a_12"><img src="http://ideatomik.net/diariolbr/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Low Budget Wine</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 06:55:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David, David</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>

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		<description><![CDATA[O que eu gosto no J.P. Chenet Cabernet-Syrah É leve, e tem a garrafa mais legal do mundo. Sem blablablá enólogo, é um vinho razoável e pronto. O que eu não gosto no J.P. Chenet Cabernet-Syrah Como pode uma garrafa de £3.50 custar R$30,00!? Hora de uma breve conversa com os economistas da LBRU. Precisamos criar o Índice Syrah para medir a disparidade do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img SRC="http://www.thekirkwoodgroup.com/images/bottles/wine/chenet_syrah.jpg" ALT="Cabernet-Syrah" BORDER="0" HSPACE="10" VSPACE="5" WIDTH="127" HEIGHT="320" ALIGN="left" /><strong>O que eu gosto no J.P. Chenet Cabernet-Syrah</strong></p>
<p>É leve, e tem a garrafa mais legal do mundo. Sem blablablá enólogo, é um vinho razoável e pronto.</p>
<p><strong>O que eu não gosto no J.P. Chenet Cabernet-Syrah</strong></p>
<p>Como pode uma garrafa de £3.50 custar R$30,00!?</p>
<p>Hora de uma breve conversa com os economistas da LBRU. Precisamos criar o Índice Syrah para medir a disparidade do poder de compra de vinho.</p>
<p>Mas sério, a garrafa é muito bacana mesmo. Aparentemente o J.P. Chenet é o vinho francês mais consumido no mundo. A cada dois segundos uma garrafa é vendida mundo afora. Mercosul o caramba, deveria custar o mesmo que um genérico argentino ou chileno; só porque tem sotaque francês não  deveria ser mais taxado que um vinho sul americano. Ah, as mordidinhas de amor da receita federal.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fideatomik.net%2Fdiariolbr%2F2007%2F11%2F21%2Flow-budget-wine%2F&amp;title=Low%20Budget%20Wine" id="wpa2a_14"><img src="http://ideatomik.net/diariolbr/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>O Índice Big Mac</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Nov 2007 21:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David, David</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[LBRU]]></category>

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		<description><![CDATA[Quanto custa um Big Mac? Sério, eu não sei. Eu não como no McDonalds há anos (nada contra capitalismo imperialista, pelo contrário, mas comida de franquia costuma ser uma droga. Especialmente no McDonalds). Anyway, google diz que o Big Mac aqui custa 6,90. Nos EUA, 3,41 dólares (preços de julho de 2007). E daí? Bom, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img138.imageshack.us/img138/5696/bigmacgg2.jpg" border="0" alt="Um Big Mac." hspace="5" vspace="5" width="200" height="200" align="left" />Quanto custa um Big Mac? Sério, eu não sei. Eu não como no McDonalds há anos (nada contra capitalismo imperialista, pelo contrário, mas comida de franquia costuma ser uma droga. Especialmente no McDonalds).</p>
<p>Anyway, google diz que o Big Mac aqui custa 6,90. Nos EUA, 3,41 dólares (preços de julho de 2007). E daí? Bom, vamos usar o Big Mac pra calcular o <a title="PPP" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Purchasing_power_parity">poder de paridade de compra</a>. 3,41/6,90, hm, dá 0,49. Isso significa que 1 real deveria comprar 49 centavos de dólar.</p>
<p>Vamos inverter a conta pra ficar mais fácil: lalala 6,90 reais divididos por 3,41 dólares, uhum, 2,02. Agora sim, isso significa que 1 dólar custa 2,02 reais. Mas espera, última vez que chequei o dólar fechou o dia a 1,76 reais.</p>
<p>Hm, 2,02-1,76 dá, vejamos, 26 centavos de diferença. O que isso quer dizer? Que o dólar custa 26 centavos a menos do que deveria. Tá, não dá pra levar um Big Mac a sério (não tem tomate! Ou tem? No jingle não tem). Mas hey, dólar tá barato mesmo. E é uma tendência global, não é só em relação ao real.</p>
<p>O Brasil tem uma política cambial flutuante. Isso significa que o dólar custa o quanto o mercado acha que deve custar. Nosso Banco Central não força o câmbio pra cima ou pra baixo para contribuir, digamos, com políticas exportadoras. Não é exatamente capitalismo selvagem, mas demonstra uma certa maturidade, e também estabilidade perante o cenário mundial. Ah, deixa pra lá.</p>
<p>Anyway, o que você tá tentando dizer, David? Que a decadência do Império Americano chegou e a LBR vai se levantar por sobre as nações e tomar as rédias do mundo, graças à paridade do Big Mac? Hm, não. Só queria dizer que, por não permitir a entrada ou a manufatura de Big Macs em seu território, a LBR está imune às flutuações cambiais do dólar. E por conta disso se apresenta como uma economia bastante estável e competitiva, pronta pra receber investimentos externos.</p>
<p>Ah tá.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fideatomik.net%2Fdiariolbr%2F2007%2F11%2F20%2Fo-indice-big-mac%2F&amp;title=O%20%C3%8Dndice%20Big%20Mac" id="wpa2a_16"><img src="http://ideatomik.net/diariolbr/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Capitalismo selvagem já!</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Nov 2007 11:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>David, David</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>

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		<description><![CDATA[Relógios são chatos. E assaltáveis. Por conta destes dois encantadores motivos eu não uso relógios de pulso por aí. Eu coleciono relógios de bolso, muito bonito e tal, mas não ando com eles por aí. Enfim, eu mudei de idéia quanto a andar com relógios de pulso depois de ver este dispositivo comunicador inter-galáctico aí. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Relógios são chatos. E assaltáveis.  Por conta destes dois encantadores motivos eu não uso relógios de pulso por aí. Eu coleciono relógios de bolso, muito bonito e tal, mas não ando com eles por aí. Enfim, eu mudei de idéia quanto a andar com relógios de pulso depois de ver este <a href="http://www.tokyoflash.com/en/watches/twelve5-9/g_version_gun_metal/">dispositivo comunicador inter-galáctico</a> aí. Não só, <a href="http://www.tokyoflash.com/en/">Tokyo Flash</a> tem outros relógios ainda mais batutas.<a href="http://www.tokyoflash.com/pics/TWE004_m.jpg"></a></p>
<h4 style="text-align: center"><a href="http://ideatomik.net/diariolbr/files/2007/11/pic1.jpg"><img class="size-medium wp-image-239  aligncenter" title="relógio espacial" src="http://ideatomik.net/diariolbr/files/2007/11/pic1-300x254.jpg" alt="" width="300" height="254" /></a></h4>
<h4 style="text-align: center"><span><em><span>Alô, Alfa-Centauro?</span></em></span></h4>
<p>Eu já tava digitando o número do cartão de crédito pra levar essa belezinha (frete grátis all the way from Japan!) quando lembrei da mordidinha de amor da receita federal: 60% do valor do produto + ICMS.Tsc, o melhor do Brasil é o meu dinheiro.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fideatomik.net%2Fdiariolbr%2F2007%2F11%2F01%2Fcapitalismo-selvagem-ja%2F&amp;title=Capitalismo%20selvagem%20j%C3%A1%21" id="wpa2a_18"><img src="http://ideatomik.net/diariolbr/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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